26 de agosto de 2026

Jornada Nacional de Valorização da MFC: etapa 4 em Florianópolis


A etapa 4 da Jornada Nacional de Valorização da Medicina de Família e Comunidade por Melhores Condições de Trabalho na Atenção Primária à Saúde aconteceu de forma presencial em Florianópolis, no dia 20 de agosto, durante a programação do IX Congresso Sul Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade.

Com a participação de mais de 40 pessoas, que compartilharam aspectos da rotina profissional e os desafios enfrentados em suas cidades de atuação, os facilitadores desta etapa do projeto, implementado pela SBMFC, Ricardo Heinzelmann, Daniel Gonzaga, Marcos Revellion e Luísa Chaves, sistematizaram as discussões que irão compor o documento final, a ser apresentado no dia 5 de dezembro.

Até lá, mais duas etapas serão realizadas: uma online, com profissionais da região Norte, e outra presencial, durante o V Congresso Nordestino de Medicina de Família e Comunidade, no Recife.

“Carreiras, processos e condições de trabalho foram alguns dos tópicos abordados pelas pessoas associadas presentes. Também discutimos a nova PNAB, além dos programas de provimento e fixação de médicos de família e comunidade. Sistematizamos essas discussões e esperamos que, nas próximas etapas, mais pessoas se envolvam para fomentar ainda mais essa temática tão relevante para a nossa especialidade”, comenta Ricardo Heinzelmann, diretor de Exercício Profissional da SBMFC.

A etapa 1 foi realizada de forma online, com a participação de pessoas associadas de todas as regiões. Já as etapas 2 e 3 aconteceram presencialmente, durante os Congressos Sudeste e Brasiliense de Medicina de Família e Comunidade, respectivamente.

“Minha impressão inicial, antes de uma avaliação mais aprofundada do material produzido, é de que foram apontados problemas da realidade do trabalho da MFC semelhantes aos de outras etapas da jornada, mas também surgiram questões novas. Isso aponta no sentido de que existe uma confluência de percepções sobre a realidade do trabalho da MFC ao redor do país, mas que essa realidade também é moldada por especificidades regionais, que precisam ser consideradas”, detalha Daniel Gonzaga, diretor científico da SBMFC.