{"id":111,"date":"2009-11-30T11:15:00","date_gmt":"2009-11-30T11:15:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/sbmfc\/?page_id=3"},"modified":"2018-10-03T19:33:20","modified_gmt":"2018-10-03T22:33:20","slug":"historia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sbmfc.org.br\/site-antigo\/historia\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p>Texto de <strong>Jo&atilde;o Werner Falk<\/strong><br \/>\n<span style=\"font-size: smaller\">Diretor de Titula&ccedil;&atilde;o e Certifica&ccedil;&atilde;o atual e ex-Presidente da SBMFC (em 5 gest&otilde;es anteriores, nem sempre consecutivas, desde 1986), professor e chefe do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina da UFRGS, em Porto Alegre.<\/span><\/p>\n<p>Para melhor entender o presente e planejar o futuro, &eacute; importante conhecer um pouco do passado, e buscar o aprendizado com as experi&ecirc;ncias, erros e acertos ocorridos. Usando uma compara&ccedil;&atilde;o aplicada a Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade (MFC), pode se dizer que &quot;ningu&eacute;m &#8216;inventou a roda&#8217; nos &uacute;ltimos mil&ecirc;nios, mas muitos a aprimoraram&quot;. Exemplificando, podemos citar o Programa de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (PSF) e outros projetos surgidos na d&eacute;cada de 90 que expandiram e, em parte, aperfei&ccedil;oaram experi&ecirc;ncias anteriores. Infelizmente, o PSF est&aacute; deixando de aproveitar muito da experi&ecirc;ncia acumulada em 32 anos desta &aacute;rea no Brasil.<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: medium\"><strong>Hist&oacute;rico:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1975<\/strong><br \/>\nProjeto de um Sistema de Sa&uacute;de Comunit&aacute;ria &#8211; Centro de Sa&uacute;de Murialdo (Porto Alegre &#8211; RS).<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1976<\/strong><br \/>\nPrimeiros Programas de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica em Medicina Geral Comunit&aacute;ria (MGC) no pa&iacute;s: a) Centro de Sa&uacute;de Murialdo (Porto Alegre &#8211; RS) ; continua ativo e j&aacute; tem mais de 600 m&eacute;dicos formados b) Projeto Vit&oacute;ria (Vit&oacute;ria de Santo Ant&atilde;o &#8211; PE), extinto em 1986; c) Servi&ccedil;o de Medicina Integral da UERJ (Rio &#8211; RJ) &#8211; continua ativo e com muitos egressos.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1978<br \/>\n<\/strong>Confer&ecirc;ncia Internacional de Cuidados Prim&aacute;rios em Sa&uacute;de (Alma Ata &#8211; URSS), que refor&ccedil;a o que esses e outros programas no Brasil j&aacute; vinham fazendo.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1978 em diante<\/strong><br \/>\nV&aacute;rios Programas de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica (PRM) em MGC foram criados: Petr&oacute;polis &#8211; RJ, Vit&oacute;ria &#8211; ES, Natal &#8211; RN, UERJ &#8211; Rio de Janeiro &#8211; RJ , Grupo Hospitalar Concei&ccedil;&atilde;o &#8211; Porto Alegre &#8211; RS, Cotia &#8211; SP, Teresina &#8211; PI, S&atilde;o Luiz &#8211; MA, Pelotas &#8211; RS, Sete Lagoas &#8211; MG, Joinville &#8211; SC, etc. Nem todos sobreviveram aos boicotes do INAMPS e outros problemas. Surgiram tamb&eacute;m muitas experi&ecirc;ncias em MGC e outras &aacute;reas ligadas &agrave; Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria em Sa&uacute;de (APS).<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1979<br \/>\n<\/strong>Primeira Resid&ecirc;ncia Multiprofissional em Sa&uacute;de Comunit&aacute;ria (&aacute;rea hoje mais conhecida como Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia): Centro de Sa&uacute;de Murialdo (RS). Segue existindo e tem muitos egressos, entre enfermeiros, odont&oacute;logos, psic&oacute;logos, assistentes sociais, nutricionistas e outros. Hoje se denomina &ldquo;Resid&ecirc;ncia Integrada em Sa&uacute;de&rdquo; e &eacute; regulamentada por Portaria e Lei Estaduais no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1981<\/strong><br \/>\nComiss&atilde;o Nacional de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica (CNRM) formaliza os PRM em Medicina Geral Comunit&aacute;ria, oficializando esta &aacute;rea como uma especialidade no Brasil. Fundada a Sociedade Brasileira de Medicina Geral Comunit&aacute;ria (SBMGC), com sede em Petr&oacute;polis &#8211; RJ.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1985<\/strong><br \/>\nI Encontro de Residentes e Ex-Residentes de MGC, em Petr&oacute;polis &ndash; RJ &ndash; primeiro evento nacional da &aacute;rea, onde se decidiu que os m&eacute;dicos formados em resid&ecirc;ncia na &aacute;rea deveriam reativar a SBMFC (que estava parada) e se candidatar a assumir a Diretoria da SBMFC &#8211; que, at&eacute; ent&atilde;o, era assumida pelos fundadores da especialidade no Brasil (psiquiatras, sanitaristas, cl&iacute;nicos, infectologistas, etc.).<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1986<\/strong><br \/>\nDurante a 8&deg; Confer&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de, em Bras&iacute;lia, &eacute; reativada a SBMGC. Nova Diretoria, s&oacute; com MGCs, &eacute; eleita e a sede passa para Porto Alegre &#8211; RS. Fundada a Sociedade Ga&uacute;cha de Medicina Geral Comunit&aacute;ria. Outras &quot;Estaduais&quot; s&atilde;o organizadas. 1&deg; Congresso Brasileiro de Medicina Geral Comunit&aacute;ria &#8211; Sete Lagoas &#8211; MG. O Conselho Federal de Medicina (CFM) reconhece a Medicina Geral Comunit&aacute;ria como Especialidade M&eacute;dica e a Sociedade Brasileira de Medicina Geral Comunit&aacute;ria como sua representante. Criada a Revista Brasileira de Medicina Geral Comunit&aacute;ria, que foi desativada no ano seguinte.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1987<br \/>\n<\/strong>2&deg; Congresso Brasileiro de Medicina Geral Comunit&aacute;ria &#8211; Florian&oacute;polis &#8211; SC.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1988<\/strong><br \/>\nIntensificam-se as cr&iacute;ticas &agrave; MGC, tanto da &ldquo;corpora&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica&rdquo; e da &ldquo;Direita&rdquo; (considerando a &aacute;rea como &quot;Medicina de Comunista&quot;, estatizante) quanto da ABRASCO, dos sanitaristas e da &ldquo;Esquerda&rdquo; (entendendo a MGC como a &ldquo;Medicina de Fam&iacute;lia americana disfar&ccedil;ada&rdquo; da &eacute;poca &#8211; modelo &quot;sa&uacute;de pobre para gente pobre&quot;, &ldquo;tamp&atilde;o social&rdquo;, etc.). INAMPS (sob a Presid&ecirc;ncia do Prof. H&eacute;zio Cordeiro, da UERJ e ligado &agrave; ABRASCO) corta todas as bolsas de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica para Medicina Geral Comunit&aacute;ria no Brasil &ndash; e s&oacute; corta bolsas DESTA &aacute;rea. Alguns Programas fecham, outros mudam de nome para Medicina Preventiva e Social para n&atilde;o fecharem, poucos sobrevivem. 3&deg; Congresso Brasileiro de Medicina Geral Comunit&aacute;ria &#8211; Ouro Preto &#8211; MG. Diretoria da SBMGC sai de Porto Alegre e vai para Belo Horizonte &ndash; MG, mas fica com dificuldades operacionais e acaba desativando a SBMGC pouco depois. Constitui&ccedil;&atilde;o &quot;Cidad&atilde;&quot; &eacute; promulgada, estabelecendo a sa&uacute;de como &ldquo;direito de todos e dever do Estado&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1990<br \/>\n<\/strong>Criado o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), pelas Leis 8.080 e 8.142, criando condi&ccedil;&otilde;es para implantar diretrizes como descentraliza&ccedil;&atilde;o, municipaliza&ccedil;&atilde;o, distritaliza&ccedil;&atilde;o, participa&ccedil;&atilde;o popular e apoio ao desenvolvimento da Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria em Sa&uacute;de (APS). SBMGC &eacute; reativada por iniciativa da Sociedade Ga&uacute;cha de MGC e Diretoria da SBMGC volta a Porto Alegre &#8211; RS.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1991<\/strong><br \/>\n4&deg; Congresso Brasileiro de Medicina Geral Comunit&aacute;ria \/ 1&deg; Congresso Brasileiro Multiprofissional em Sa&uacute;de Comunit&aacute;ria &#8211; Porto Alegre &#8211; RS. Um sucesso em n&uacute;mero de participantes e em n&iacute;vel dos debates.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1992<br \/>\n<\/strong>1&deg; Semin&aacute;rio da &quot;Action in International Medicine&quot; (AIM) na Am&eacute;rica Latina, em conjunto com a Sociedade Brasileira de Medicina Geral Comunit&aacute;ria, em Porto Alegre.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1994<\/strong><br \/>\nPela falta de motiva&ccedil;&atilde;o e de mercado de trabalho para a MGC no Brasil, a SBMFC &eacute; DESATIVADA por n&atilde;o haver pessoas dispostas a assumirem sua Diretoria. O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de &ndash; Gest&atilde;o Henrique Santillo, Governo Itamar Franco &ndash; cria o Programa de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (PSF).<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;1994 at&eacute; o momento<br \/>\n<\/strong>A partir do PSF e de outras iniciativas, as &aacute;reas voltadas &agrave; Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica em Sa&uacute;de se expandem muito. Numa velocidade bem maior que a capacidade de forma&ccedil;&atilde;o de pessoal. Criam-se especializa&ccedil;&otilde;es, cursos de curta dura&ccedil;&atilde;o, P&oacute;los de Capacita&ccedil;&atilde;o, entre outros, nem sempre com a qualidade desejada. Est&iacute;mulo a mudan&ccedil;as no ensino de gradua&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;2000<br \/>\n<\/strong>1&deg; Encontro Luso &#8211; Brasileiro de Medicina Geral, Familiar e Comunit&aacute;ria &#8211; Rio de Janeiro\/RJ. Proposta de reaglutina&ccedil;&atilde;o da categoria, e reativa&ccedil;&atilde;o da SBMGC.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;2001<\/strong><br \/>\n&bull; Reativa&ccedil;&atilde;o da Sociedade Brasileira de Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade (j&aacute; com esse seu novo nome), em mar&ccedil;o.<br \/>\n&bull; 5&deg; Congresso Brasileiro de Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade, em Curitiba &#8211; PR, em novembro.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;2002<br \/>\n<\/strong>Filia&ccedil;&otilde;es da SBMFC: a) Na Confedera&ccedil;&atilde;o Ibero-americana de Medicina Familiar (CIMF); b) Na Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial dos M&eacute;dicos Gerais, de Fam&iacute;lia e de Comunidade (WONCA); c) Na Associa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica Brasileira (AMB). A SBMFC est&aacute; chegando &agrave; 7&ordf; Sociedade Estadual filiada. Na ordem de filia&ccedil;&atilde;o: RS, PR, SC, RJ, SP, MG e DF.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;2004<br \/>\n<\/strong>&bull; Primeiro concurso para T&iacute;tulo de Especialista em Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade (TEMFC), por profici&ecirc;ncia.<br \/>\n&bull; 6&deg; Congresso Brasileiro de Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade, no Rio de Janeiro &#8211; RJ, em abril. Na v&eacute;spera do mesmo ocorreu o 2&ordm; Concurso para T&iacute;tulo de Especialista em Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade (o primeiro ordin&aacute;rio, com prova objetiva e an&aacute;lise de curr&iacute;culo).<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;2005<br \/>\n<\/strong>&bull; 7&deg; Congresso Brasileiro de Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade, em Belo Horizonte &#8211; MG, e 3&ordm; Concurso para T&iacute;tulo de Especialista em Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade, em maio.<br \/>\n&bull; Em novembro, o 4&ordm; Concurso para T&uacute;tulo de Especialista em Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade, sendo o primeiro polic&ecirc;ntrico, com sua prova objetiva aplicada, simultaneamente, em 10 cidades do Brasil.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;2006<\/strong><br \/>\n&bull; 8&deg; Congresso Brasileiro de Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade, em S&atilde;o Paulo &#8211; SP, e 5&ordm; Concurso (agora denomindado &quot;Exame de Sufici&ecirc;ncia&quot;) para T&iacute;tulo de Especialista em Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade, em junho de 2006.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;2007<\/strong><br \/>\n&bull; 6&ordm; Concurso para T&iacute;tulo de Especialista em Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade, em junho de 2007, com prova polic&ecirc;ntrica aplicada, simultaneamente, em 10 cidades do pa&iacute;s.<br \/>\n&bull; 7&ordm; Concurso para T&iacute;tulo de Especialista em Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade, em dezembro de 2007, com prova polic&ecirc;ntrica aplicada, simultaneamente, em 32 cidades do pa&iacute;s.<\/p>\n<p><strong>&rsaquo;2008<\/strong><br \/>\n9&deg; Congresso Brasileiro de Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade, em Fortaleza &#8211; Cear&aacute;, e prova do 8&ordm; Concurso (agora denomindado &quot;Exame de Sufici&ecirc;ncia&quot;) para T&iacute;tulo de Especialista em Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade, que ocorrer&atilde;o em maio de 2008.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto de Jo&atilde;o Werner Falk Diretor de Titula&ccedil;&atilde;o e Certifica&ccedil;&atilde;o atual e ex-Presidente da SBMFC (em 5 gest&otilde;es anteriores, nem sempre consecutivas, desde 1986), professor e chefe do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina da UFRGS, em Porto Alegre. 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