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Experiência da APS de Florianópolis no 13º CBMFC 09/07/2015

 A primeira capital com 100% de cobertura de Atenção Primária da Saúde com a Estratégia de Saúde da Família, Florianópolis, marcou presença no 13º Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade. O médico de família e comunidade Carlos Daniel Moutinho Junior, secretário municipal de Saúde de Florianópolis, apresentou a experiência de sucesso na mesa redonda “Experiências Exitosas de APS no Brasil - Rio de Janeiro, Curitiba e Florianópolis”. “O País precisa aprender com esses três municípios que estão fazendo uma grande reforma em seus sistemas de saúde, com priorização da atenção primária da Estratégia da Saúde da Família com o MFC no centro dessas equipes”, avaliou Thiago Trindade, que coordenou a atividade e é presidente da SBMFC.

O secretário Carlos apresentou um breve histórico do sistema de saúde da cidade e atribuiu o sucesso da saúde municipal a vários aspectos, como a exigência da titulação e residência em MFC desde 2004. “Há 11 anos fazemos concurso com a exigência de titulação e residência em MFC. Além disso, temos um sistema que é regulado pela APS. Todo usuário do SUS precisa entrar na rede através do seu médico de família e comunidade para depois ter acesso aos outros níveis do sistema. É preciso que seja regulado pela atenção básica. O principal foi ter pensado o centro de saúde como porta de entrada do atendimento. É a partir dali que o paciente tem uma consulta marcada. O usuário não tem como acessar o sistema de saúde se não for atendido pelo MFC”, explicou.

Carlos ressaltou a qualificação da rede, com investimentos em capacitações, fóruns, carteira de serviços da APS, guias de prática clínica, revistas institucionais, prêmio de boas práticas, planejamento e residências.  

O secretário atribuiu, também, o sucesso de Florianópolis ao uso do prontuário eletrônico. “Usamos há mais de uma década. Ele é integrado a todas as equipes, tanto na atenção básica como nas policlínicas e unidades de pronto atendimento. Isso faz com que todo histórico do paciente não seja perdido”, ressaltou.

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